sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Procura-se Thor ou Gordo (Rott usado para guarda) - São Francisco de Paula ou outro lugar qq....Cia do Cão

À PROCURA
Procura-se um cão de guarda
“O cão que estou procurando é da raça Rotweiller e deve pesar uns 50 a 60 quilos. O reconheceria na hora, porque ele tem rabo. O animal pertence à Companhia do Cão e, segundo informações da própria empresa, foi bater continência na cidade de São Francisco de Paula, na Serra gaúcha.

A minha proteção começou quando fui chamada para atender uma denúncia numa rua em frente ao Parque da Redenção, em Porto Alegre. Um cão Fila, também pertencente a uma empresa de vigilância, estava em situação de abandono. Não foi difícil fazer amizade com ele e, como na época eu morava naquelas proximidades, tomei para mim a tarefa de alimentá-lo diariamente. Fiz contatos com a empresa para que ele fosse submetido a tratamento, mas decidiram trocar o animal de endereço. Fiquei triste, não só pela saudade que sentia dele, mas por não saber como ele estava sendo tratado e, se de fato, estava recebendo algum cuidado.
Foi quando chegou o Thor, ou Gordo, como eu costumava chamá-lo. Nem sei ao menos se este era o seu nome verdadeiro. Ele era furioso, um Rotweiller daqueles de fazer tremer as pernas apenas com o latido. Um verdadeiro cão de guarda, pronto a passar os dentes em qualquer mão estranha que ultrapassasse os limites da grade da casa que o separava da vida digna a que tinha direito.
Pensei: ‘Melhor assim. Como ele é muito agressivo não vamos travar amizade. Assim quando for levado daqui, eu não sofro, e ele também não’. Então combinei com o Gordo: ‘Ok. Eu te trago comida e água. Você não me morde e eu respeito o teu espaço e o teu mau humor’.
A verdade é que, desde criança, nunca tive medo de cães. Sempre os considerei, assim como os outros animais, criaturas divinas, nascidas com o melhor espectro de Deus e, por isso, bondosos na sua essência, por mais que o ser humano pudesse transformá-los. Não sei como aconteceu, mas num desses dias em que eu levava comida, depois de servi-lo, fui para a segunda etapa: trocar a água. Não podia conceber que, num calor de mais de 35 graus, ele não tivesse água fresca.
Depois de alguns dias de convivência veio a grata surpresa. Gordo sentou-se ao lado do prato de ração, abaixou a cabeça e passou a me observar, como quem dissesse: ‘Está bem, pode passar a mão na minha cabeça’. Foi o que fiz, mesmo sabendo que ele não era acostumado a afagos. Via-se naqueles olhos o desconforto, ao mesmo tempo em que tinha a curiosidade em experimentar a amizade humana. E, aos poucos, respeitando limites e quebrando paradigmas, nos tornamos amigos. Amigos, ao ponto de a comida se tornar algo secundário. Em primeiro lugar estava o carinho.
Gordo reconhecia o barulho do carro e pulava o mais alto que podia em frente às grades para que eu soubesse o quanto estava feliz por ter chegado. Mas tão feliz que grudava-se nas grades para que eu pudesse abraçá-lo. Depois de um tempo, começaram a surgir novos cuidadores... Depois de um tempo, com problemas de saúde, ele foi embora.
Procuro por este cão de guarda porque, uma vez, enquanto ele estava esparramado no meu braço, eu jurei que se um dia o tirassem de lá, eu o encontraria. Se alguém souber onde ele está, por favor, leia para ele o bilhete abaixo. De alguma forma, ele vai entender:
‘Querido amigo,

Diante daquele berne que se alojou na sua orelha, não me restou alternativa senão brigar com eles – da empresa – e exigir que lhe fosse dado atendimento. Infelizmente, eu já esperava que, retirando você de lá, muito provavelmente eles não o trariam de volta. Mas deixá-lo naquele estado era muito arriscado à saúde.

Tentei incontáveis vezes fazer contato para saber onde e como você estava, mas tudo o que me disseram foi que você seria levado a São Francisco de Paula. Quero que saiba que até tentar comprar você, eu tentei, sem sucesso. Gostaria que soubesse que penso em você todos os dias e, nos meus sonhos e pensamentos, ainda agarro você nos meus braços e passo a mão na sua barriga, do jeitinho que você gostava.
Tenho a esperança que, mesmo à distância, você possa sentir de alguma maneira a minha presença e que isso, de alguma forma, torne a sua rotina menos solitária. Não esqueci da promessa que fiz de lhe reencontrar um dia. Peço a Deus que um dia você possa morar num lugar que o tratem com a dignidade que todos merecem. Continuo minha busca e aguente firme que um dia nos encontraremos. Amo você, grandão!
Com amor da tua protetora’”.

Elaine Carrasco

Esporotricose - Desconstruindo o mito

Esporotricose -
Esporotricose é uma micose subcutânea causada pelo fungo Sporothrix schenckii, que acomete o homem e uma grande variedade de animais.

Geralmente é encontrado no solo, crescendo em plantas, cascas de árvores, vegetais e material em decomposição, estando preferencialmente presente em ambientes quentes e florestas úmidas.

A distribuição da esporotricose é mundial, ocorrendo principalmente em áreas tropicais e subtropicais, como o nosso país.

A esporotricose do gato doméstico apresenta algumas características diferentes daquela observada em outras espécies, a mais importante é a grande quantidade de células fúngicas nas lesões da pele.
Essa superpopulação de fungos potencializa a capacidade infectante das lesões, quer ao homem, quer a outros animais.

A transmissão da esporotricose felina ao homem ocorre através de mordeduras e arranhaduras de gatos doentes, ou ainda pelo contato da pele ou mucosa com as secreções das lesões. Raramente a transmissão resulta da inalação dos "fungos", provenientes da terra ou vegetais em decomposição.

As formas clínicas de esporotricose são: cutânea (localizada e disseminada) ou extra-cutânea (pulmonar e disseminada). Em muitos casos, mais de uma forma clínica pode ser observada. A lesão inicial é sólida, circunscrita, avermelhada e levemente elevada, aumentando lentamente para se tornar um nódulo que, posteriormente ulcera (a lesão se abre).

Em casos graves, onde o agente se espalha, pode haver comprometimento generalizado do organismo, desenvolvendo sinais clínicos como: apatia, perda de apetite, febre e perda de peso. Os sintomas relacionados à infecção pulmonar são fadiga, espirros, tosse com ou sem catarro, emissão do sangue pelas vias respiratórias e/ou boca, hemoptise e esforço respiratório.

O diagnóstico da esporotricose baseia-se no histórico contado pelo proprietário, exame físico e dermatológico feito pelo médico veterinário, além de exames laboratoriais. Dentre os exames complementares existe: citodiagnóstico, cultivo micológico, intradermorreação e histopatologia.

O diagnóstico diferencial em felinos inclui outras doenças que causam lesões cutâneas como infecções bacterianas profundas, micobacteriose atípica, criptococose, histoplasmose, neoplasias e leishmaniose tegumentar. Apesar da esporotricose felina possuir um curso de tratamento relativamente longo e ser uma zoonose (doença que pode ser transmitida entre os animais e os seres humanos), há tratamento eficaz.

A medicação deve ser utilizada até a total cicatrização das feridas para evitar uma recidiva. Medidas profiláticas como o uso de luvas na manipulação de animais com lesões suspeitas, tratamento e isolamento dos animais doentes até a completa cicatrização das lesões, desinfecção das instalações com solução de hipoclorito de sódio instituída durante o tratamento, visam proteger os humanos que mantenham contato com gatos infectados, devido à natureza contagiosa da doença.

Uma outra medida importante é a castração dos gatos machos que, por circularem pela rua, são mais propensos a brigas que podem causar feridas e acidentalmente abrigar o fungo. Se os devidos cuidados de profilaxia forem adotados, principalmente por Médicos Veterinários e proprietários de animais infectados, os riscos de transmissão da doença para humanos, serão bastante reduzidos.

Caso de suspeita procure o médico veterinário de seu "bichano".

Infelizmente a doença só é detectada quando sinais evidentes como feridas pelo corpo, ou apenas uma pequena ferida geralmente no nariz, fica perceptível.

O mais grave, além da falta de informação dos proprietários dos animais, é a indicação ERRÔNEA, que muitos veterinários vêm prescrevendo, a eutanásia.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Saiba identificar os sintomas de dor no seu pet

Mudanças comportamentais, como apatia, falta de apetite, agressividade, entre outras são alguns dos sinais de problemas.

A dor pode ser sintoma de problemas mais graves como infecções, doenças ortopédicas, entre outros
Crédito: Flickr/ CC - ~ggvic~
Os bichos, assim como o homem, sentem medo, tristeza, solidão e dor. Mas identificar o que está acontecendo com seu cão ou gato pode ser mais difícil do que parece. “Reconhecer a dor em um animal pode ser algo complexo. Envolve perceber sinais evidentes e sutis”, explica José Roberto July, médico veterinário da Julyvet Clínica Veterinária.
Segundo o especialista, o proprietário tem que conhecer muito bem seu animal, bem como o comportamento natural de sua espécie e seu comportamento individual, para assim, reconhecer mudanças que possam estar associadas a dores. Tudo isso porque o pet não pode verbalizar o que está sentindo, mas pode apresentar algumas alterações em seu comportamento.
Para o médico, cachorros calmos e comportados podem ficaragressivos, enquanto cães considerados bravos podem ficar apáticos. Já os gatos costumam se isolar. “Cada animal demonstra mudanças distintas. Podem ser mudanças na ingestão de alimentos, na frequência ou modo como faz suas necessidades ou na sociabilidade.
automutilação também é um sintoma muito comum no animal com dor, e geralmente vem acompanhada de diminuição do apetite, depressão e apatia. As mudanças dependem e variam de acordo com o nível da dor, da tolerância do animal, das condições em que a dor ocorre, entre outros fatores.

Possíveis causas da dor

As causas para o pet sentir dor são muitas, segundo o dr. José Roberto July. Pode ser desde a uma reação local após vacinação a uma infestação por ácaros, que causam coceira intensa, além de uma dor menos severa, ou ainda por causa de artrite (inflamação das articulações), artrose (degeneração da articulação) ou até procedimentos ortopédicos.
Também são comuns dores mais intensas em vísceras (órgãos, comotorção de estômago ou de intestino, infecção urinária, pancreatite, entre outros). Lembrando que todos esses casos podem fazer com que o animal se isole ou mesmo agrida ao ser tocado.
“Várias doenças podem causar dor em níveis variados, sendo importante observar os detalhes e a intensidade dessas manifestações. Um animal que reage à aproximação de uma pessoa rosnando pode estar sentindo menos dor que um que reage latindo e ameaçando morder”, avalia.
Uma vez observadas mudanças no comportamento que possam indicar dor, o proprietário deve levar o animal ao veterinário para que ele seja avaliado, examinado, e a fonte da dor possa ser identificada e tratada de forma adequada.

Manifestação de agressividade pode indicar que o cão está sentindo dor
Crédito: Flickr/ CC – Robin Miller Photography – westcoastrobin

Mudanças comportamentais em cães

Comportamento e aparência
Movimentos tensos; relutância em se mover; ficar deitado ou adotando uma postura incomum; morder, coçar ou proteger certas áreas do corpo; perda de apetite; tremores; respiração ofegante.
Estado de Alerta
Aparenta menos alerta (mais comum em casos de dor severa); inquietude ou aparentemente mais alerta (mais comum em casos de dor menos severa).
Resposta às pessoas
Agressividade anormal ou apreensão quando manipulados; mudança na forma como o cão reage ao dono, como não abanar a cauda.
Vocalização
Mais quieto que o normal; ganindo ou uivando, especialmente quando sozinho; rosnando sem provocação.

Mudanças comportamentais em gatos

Aparência
Expressão facial apreensiva; testa franzida; deixa de se limpar.
Comportamento
Choramingando, rosnando, silvando quando se aproximam ou mexem nele; se escondendo ou se separando dos demais gatos; quieto demais; se lambe incessantemente; falta de apetite.
Postura ou movimento
Mancar ou manter um membro erguido sem tentar utilizá-lo; posição tensa e anormal, variando com o local da dor: Dor na cabeça ou orelhas pode fazer o gato virar a cabeça para o lado afetado. Dor generalizada no tórax ou abdômen pode fazer o gato ficar encolhido ou curvado. Se a dor for torácica, o gato pode estender sua cabeça, pescoço e corpo. Um gato com dor abdominal ou nas costas pode se manter em pé, deitar de lado ou caminhar com um andar alterado.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Porteiro coloca gato de morador para fora de prédio. Porto Alegre / RS


DEMISSÃO! Sem choro, nem vela!
Ele é pago para zelar pelos moradores do prédio, incluindo os animais.
www.youtube.com
Porteiro a Empresa de Portaria ARMAX em Porto Alegre, pega gato dentro 
do prédio e o coloca na rua. O gato volta 2x e é colocado fora até 
desaparecer. O gato está desaparecido até agora.
O gato é de um morador do edifício.
  

# GATINHO É ATINGIDO POR UMA FLECHA - USA . Final feliz!

Gatos, definitivamente, têm sete vidas. Que o diga o pequenino Cupido, de apenas dois anos, que sobreviveu depois de ter o corpo atravessado por uma flecha. O apelido, aliás, foi dado após o incidente, que aconteceu na cidade de Houston, nos Estados Unidos
.
Antes de ser capturado por um grupo de salvamento de animais, o bichano vagou ferido pelas ruas por três dias. Assustado, ele fugia do contato de qualquer humano e se escondia, mas foi enfim levado para o Hospital Animal de Brittmore. Por sorte, a flecha não atingiu nenhum órgão vital e pôde ser retirada através de cirurgia sem maiores danos. A recuperação deve ser completa
.- Isto definitivamente não foi um acidente. Um gato laranja não se parece com algo que você possa caçar. Felizmente, este gatinho é "durão" - afirmou a Dra. Amanda Taylor, de acordo com o site "The Huffington Post".


O vídeo está com problemas no som, mas, dá prá ver o gatinho...ô dó!!!!

O GRITO DO BICHO 

Fonte: KHOU  

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Assassina de animais em SP pode ter matado 30.000 animais.

Mulher que confessou ter assassinado cães e gatos em SP pode ter matado mais de 30 mil animais em 8 anos

    Por Fernanda Franco (da Redação) ANDA

 

 Na tarde deste sábado (14) mais de cem protetores se reuniram em frente à casa da mulher que confessou ter matado mais de 30 animais, na Vila Mariana, em SP. Dalva Lina da Silva, de 42 anos, não estava no local. Segundo testemunhas, ela saiu de casa, durante a madrugada, levando dentro de um carro caixas de transporte possivelmente com animais.

Depoimentos de vários protetores, vizinhos e de um detetive apontam que o número de animais mortos é imensamente maior do que o encontrado esta semana. Segundo o detetive particular, contratado por protetores independentes, somente nos 20 dias em que ele esteve vigiando o local, cerca de 300 animais entraram na casa dela e nenhum deles saiu.
Manifestantes pedem justiça (Foto: ANDA)

Atitude suspeita
O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.
“Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.
“Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.
As palavras "Justiça" e "Assassina" foram pichadas no portão e na calçada da casa (Foto: ANDA)   
Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.
“Muita gente sempre desconfiou dela, mas nunca tínhamos provas”, disse Marilene dos Santos, que também atua na proteção animal. Marilene chegou a formalizar uma denúncia contra Dalva na delegacia, em novembro de 2010, mas nada foi feito.
Só o protetor Lincoln Seiji encaminhou para a falsa protetora, no último mês, 58 animais, acreditando que estava dando um bom destino aos gatos. “Acabamos confiando no demônio que sempre mentiu para todos nós. Ela abriu as portas da sua casa, espalhou os gatinhos na cozinha, mostrou que tinha uma linda criança, gatinhos adultos andando dentro da casa e toda aquela conversa mentirosa dela. Jamais imaginaria que esses animais estariam sendo entregues a uma assassina!”, desabafou Lincoln.
Ameaça
Duas protetoras que estavam no local foram ameaçadas pelo ex-marido da acusada, que saiu do carro com um revólver em sua cintura. “Ele estava armado, e nos ameaçou diretamente ao ver que pedíamos justiça contra essa assassina”, contou Angela Ledesma, uma das protetoras. “Assustadas com o teor da ameaça, registramos um BO pelo 190. A TV Record registrou tudo.”, disse Claudia Sakaki.
Comoção e revolta
Uma menina de apenas sete anos fez um desenho em protesto à matança (Foto: ANDA)
O clima durante a manifestação era de tristeza pelas mortes e revolta pela ineficiência da justiça brasileira – principalmente para atos de maus-tratos e crueldade contra os animais, ainda considerados de menor potencial ofensivo pela legislação do país.
Protetores deixaram flores e cartazes em homenagem aos animais mortos (Foto: ANDA)
Num gesto de pequena homenagem aos cães e gatos assassinados, manifestantes deixaram flores na entrada da casa. Outros levaram cartazes com pedidos de justiça e fixaram no portão.
Entre os manifestantes, havia tutores com seus animais e pessoas de todas as idades, inclusive crianças. Uma delas era um menino que passou pela calçada, olhou para a casa e disse para a mãe: “que casa amaldiçoada!”, exclamou em seu tom espontâneo de criança.
Durante a manifestação, os participantes se reuniram em uma grande roda para rezar pelos animais vítimas da matança.
Assista às imagens registradas pela ANDA:
Mais animais na casa
Preocupados com a hipótese de ainda haver animais dentro da casa, alguns manifestantes, com os ânimos alterados, tentaram quebrar o portão de entrada, para salvar possíveis vítimas que ainda estivessem no local. Mas a polícia interveio, explicando que só poderia adentrar o local com autorização do delegado. O momento foi registrado pela ANDA – para assistir, clique aqui.
Flagrante
Na noite do flagrante, quinta-feira (12), o detetive viu a mulher colocando pacotes na calçada e verificou que se tratavam de corpos de animais. Ele contatou os protetores, que chamaram a Polícia Militar. A mulher de 42 anos foi então detida, sob suspeita de matar 39 cães e gatos.
39 gatos e cachorros são encontrados mortos dentro de sacos de lixo na zona sul de SP (Foto: Reprodução/ Folha)
 Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como Dalva alega.
Dalva é levada por policiais militares à delegacia após o flagrante. Foto: sem crédito
Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos era filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.
Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.
Mercado ilegal de sangue
O assassinato desses animais é um forte indício de uma suspeita, levantada há meses por ONGs que trabalham na defesa dos animais, de que existe um comércio clandestino de sangue de animais no Brasil. As denúncias chegaram ao gabinete do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) que disse que existe realmente mercado ilegal de sangue.
Apelo
A pobre cachorrinha da foto com lacinho foi entregue a falsa protetora Dalva Lina e foi morta horas depois. Chegou feliz achando que tinha encontrado um lar. Estava grávida. Foto: sem crédito
O corpo da cachorrinha foi encontrado pela polícia no lixo.
Os protetores apelam para que as pessoas que tenham dado dinheiro a Dalva com a intenção de ajudar os animais se apresentem para que ela seja denunciada também como estelionatária.
“Temos que juntar provas e depoimentos que ajudem na investigação. É hora de nos unirmos em nome de todos os animais, que não podem falar e não podem se defender. Quem já tiver entregado animais à Dalva, manifeste-se. Conte como foi, o que ela prometeu, para onde ela disse que os levaria e que destino tiveram. Procurem em suas caixas de email conversas que possam ajudar na investigação. Essa senhora era conhecida no meio, com certeza muitos de vocês podem auxiliar no processo. Onde está aquele senhor que entregou a cadelinha com gravatinha de pet shop essa semana a ela? E todos os outros? Ninguém reconheceu seus animais nas fotos estampadas em todos os jornais? Ou no nosso boletim? Não se omitam, não sintam medo de denunciar. Sintam medo do que pode continuar acontecendo aos animais. Se precisarem de orientação jurídica, nosso advogado Rodrigo Carneiro está à disposição no email juridico@adoteumgatinho.org.br. “, clama Susan Yamamoto, fundadora da ONG Adote um Gatinho.
O Adote um Gatinho ficou com a guarda dos oito gatos e uma cadelinha econtrados vivos na casa da Dona Dalva, mas se a falsaprotetora provar de alguma forma ser inocente talvez a justiça determine que esses animais retornem a ela. “Não podemos nem imaginar isso acontecendo! Pedimos que quem não é protetor dos animais, mas acha que as leis são brandas demais e deseja justiça, ou ao menos deseja que os animais que acolhemos não voltem para as mãos dessa senhora, compartilhe essa mensagem para que ela atinja o maior número de pessoas possível. O momento é agora e contamos com a ajuda de todos”, finaliza Susan.
Abaixo assinado
Um abaixo assinado pedindo punição severa para a falsa protetora já está circulando na internet. quem quiser assinar, entre nestelink: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19131
Nota da Redação: Este caso de assassinato em massa de cães e gatos espelha a terrível realidade de outros animais como bois, galinhas, coelhos, cavalos, macacos, entre outros , que são mortos aos milhares todos os dias para consumo humano, em experiências científicas e acadêmicas etc.  Fica aqui uma sugestão para que as pessoas tocadas por esse caso repensem seus hábitos, suas escolhas.

Câncer em gatos brancos ou claros.

Carcinoma em Gato Branco

Tenho dois gatos brancos, o Nero e o Neve, que já estão com quatro anos e um dos meus cuidados constantes, é a não exposição de ambos ao sol.
Todavia, gatos de pelagem branca, é grupo de risco altíssimo para o desenvolvimento de carcinomas, sobretudo, o carcinoma espino-celular. Carcinoma é uma neoplasia maligna, que se origina em células epiteliais ou glandulares.
Eles não podem em hipótese alguma pegar sol, principalmente, nos horários de pico, e se o fizerem, devem estar protegidos com filtro solar. Mas como o gato costuma se lamber e se limpar, o melhor a fazer, infezlimente, é limitá-los do sol.
Veja alguns exemplos de carcinomas em gatos brancos:
As imagens chocam e têm como objetivo mexer com a consciência humana. Precisamos preservar os gatos brancos do sol, para evitar tais lesões e mutilações, que em muitos casos, leva o bichano a morte.
 
 

 



                                            o gatinho abaixo, perdeu as orelhas, e também o nariz, para o câncer de pele.


         

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Mulher é presa suspeita de matar mais de 30 animais (São Paulo)

publicado em 13/01/2012 às 06h49



Mulher é presa suspeita de matar mais de 30 animais e jogá-los em sacos de lixo em São Paulo.


Maioria dos gatos e dos cachorros encontrados pela polícia teve sangue retirado

Agência Estado


Mulher dizia que era de uma ONG que cuidava dos animais 
Hélio Torchi/AE
Uma mulher de 43 anos foi presa, no final da noite desta quinta-feira (12), na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, sob acusação de maus-tratos contra animais e crime contra a natureza. Pelo menos 33 animais, entre gatos e cachorros, foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo, um deles na calçada, em frente à casa da vizinha da acusada.

Há 20 dias ONGs protetoras dos animais vêm investigando o caso. Elas contrataram um detetive particular após receberem denúncia de pessoas que entregavam os cães e os gatos, achados na rua, para essa mulher, que se dispunha a cuidar dos bichos. Ao desconfiarem de que ela estava matando os animais, resolveram denunciá-la às ONGs.

Os sacos de lixo contendo os animais mortos, segundo a polícia, eram colocados na porta das casas vizinhas, junto aos demais sacos, para não levantar suspeita. Tudo era levado pelo caminhão de coleta de lixo.

Por volta das 23h, o detetive testemunhou a mulher deixando um saco plástico em frente à casa vizinha. Policiais militares da 3ª Companhia do 11º Batalhão foram acionados e detiveram a acusada, que foi encaminhada para o plantão do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), no centro da capital.

Na casa da suspeita, os policiais encontraram mais sacos e sedativos, que eram dados aos animais antes de matá-los. A maioria tinha o sangue retirado pela mulher, suspeita de realizar rituais satânicos.

Ainda segundo a polícia, ela não mora sozinha. Durante depoimento, segundo um dos policiais civis, a mulher, que não aparentava nenhum sinal claro de distúrbio mental, chegou a contar várias histórias diferentes. Ela assinou um termo circunstanciado de crime ambiental, podendo ser processada e condenada a uma pena de três meses a um ano de prisão.

Assista ao vídeo:


Ter um gato de estimação pode salvar a sua vida, dizem médicos:

Pessoas que têm um felino em casa têm até 30% menos risco de ataques cardíacos.
Cientistas acreditam que o mesmo pode ser verdade para os donos de cachorros.


Do G1, em São Paulo

Amantes dos felinos ganharam mais um argumento na eterna discussão: o que é melhor, ter um gato ou um cachorro? Um estudo feito por pesquisadores americanos revela: um gatinho pode salvar sua vida. Segundo a pesquisa, ter um gato como animal de estimação reduz em 30% o risco de você ter um ataque cardíaco.

Os pesquisadores da Universidade de Minnesota em Minneapolis acreditam que ter um felino em casa é relaxante e alivia o estresse -– um dos principais fatores de risco dos problemas cardiovasculares.

Os defensores dos cãezinhos, no entanto, não precisam ficar chateados. Os cientistas acreditam que, apesar de seus resultados não mostrarem o mesmo efeito entre donos de cachorros, eles também devem colaborar para a saúde. Eles afirmam que provavelmente havia menos pessoas com cães do que com gatos entre os participantes do estudo, por razões estatísticas. 

Trabalhos anteriores já tinham indicado que passar apenas 12 minutos com um cão melhorava a função cardíaca e pulmonar de pessoas com problemas no coração.

Os resultados foram apresentados durante a Conferência Internacional sobre Infarto da Associação Americana de Infarto, em Nova Orleans. Ao todo, 4.435 americanos, com idades entre 30 e 75 anos, foram acompanhados. Segundo os dados, 2.435 eram donos de gatos, ou tinham tido um felino no passado.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ajuda para a Dalila - Égua resgatada com a pata fraturada!

E- mail recebido da Chicote Nunca Mais:

Recolhemos dia 03/01 uma égua com a pata traseira fraturada, precisamos mante-la com a pata imobilizada com gesso por no minimo 120 dias para consolidar a fratura e ela poder ter uma vida normal novamente. Colocamos o gesso normal, mas ele demora muito a secar, por isso, não fica firme, além de ser muito pesado (vai uma quantidade grande) e, por causa do peso, ela coloca a pata para o lado, dessa maneira o osso não fica no lugar correto.
Precisamos urgente do GESSO SINTÉTICOpara podermos dar uma qualidade melhor ao tratamento dela.

Esta é a Dalila, ela quebrou a pata enquanto trabalhava, ela esta presa com o colete pois não pode caminhar pq corre o risco do osso perfurar a pata e ficar uma fratura exposta, oq ficaria quase impossivel de tratar sem cirurgia. Com o gesso sintético a pata ficará mais leve e mais firme e ela poderá se locomover um pouco. Ela merece toda a ajuda q puder ter.

            



Obrigada
Marcia Becker